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Depressão infantil



Crianças muito quietas ou tímidas, na verdade podem ser vítimas de uma doença silenciosa, a depressão.Muitos pais demoram a perceber os sintomas da depressão , por isso é importante saber que, um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde- OMC- revelou que 20% das crianças de 0 a 12 anos apresentam sintomas de depressão infantil.

Estes estudos alertam os pais a ficarem mais atentos a seus filhos, ao invés de dizer frases do tipo:

- Ah! Isso é coisa de criança logo passa!Ou:- Isso não é nada, você ainda tem muito o que aprender…

Se agimos assim com nossos filhos, a causa de sua depressão pode ser nós mesmos, os pais.

Devemos nos preocupar com os sentimentos de nossos filhos, fique atenta a alguns motivos causadores da depressão infantil.Os motivos mais freqüentes que causam a depressão são :

- Troca de escola.

-Ausência dos pais.

- Stress infantil.

-Abuso sexual.

-Morte na família.

-Divórcio dos pais.

-Conflitos familiares (até mesmo brigas entre a criança e irmãos).

-Excesso de cobrança, ou a falta de …

A falta de cobrança pode levar a criança a acreditar, que não tem importância na família.

O que fazer para ajudar uma criança deprimida?

Saiba o porque do sofrimento da criança e caso a criança não queira falar, respeite, e deixe claro, que com você ela pode contar!

Ouça sempre o que a criança tem a dizer, preocupe – se com o que tem sonhado durante a noite, desenhe com a criança, assim você acumula dados que podem ajudar o psicólogo na hora da consulta.

Conheça o máximo possível sobre seu filho!Nome dos coleguinhas, nome dos pais dos coleguinhas, o que acontece na aula, no recreio ou no seu dia a dia.

Se a criança passar o dia na casa de algum parente ou com a babá, faça perguntas sobre o que fizeram juntos, o que comeram, ou o que assistiram na TV.

Façam o dever da escola juntos, é importante ser apoiado no período escolar.

Saiam e tenham um dia de meninos ou um dia de meninas, ao meno uma vez por semana.

Em caso de pais separados, reserve um dia a sós com seu filho ou filha, sem o padrasto e irmãos da nova relação, ele precisa saber que mantém laços firmes com o pai ou a mãe, mesmo depois da união com outra família.

Pergunte o que o seu filho gostaria de fazer ou comer, e programe um dia juntos!

Todos precisamos de um pouco de dedicação, mas mesmo com toda esta atenção, procure um psicólogo para avaliar melhor o caso.

 


Teka

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Redatora e ilustradora de conteúdo para sites na internet.


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