Depressão infantil
| 23 de maio de 2008 | Posted by Teka under Infância |
Crianças muito quietas ou tímidas, na verdade podem ser vítimas de uma doença silenciosa, a depressão.Muitos pais demoram a perceber os sintomas da depressão , por isso é importante saber que, um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde- OMC- revelou que 20% das crianças de 0 a 12 anos apresentam sintomas de depressão infantil.
Estes estudos alertam os pais a ficarem mais atentos a seus filhos, ao invés de dizer frases do tipo:
- Ah! Isso é coisa de criança logo passa!Ou:- Isso não é nada, você ainda tem muito o que aprender…
Se agimos assim com nossos filhos, a causa de sua depressão pode ser nós mesmos, os pais.
Devemos nos preocupar com os sentimentos de nossos filhos, fique atenta a alguns motivos causadores da depressão infantil.Os motivos mais freqüentes que causam a depressão são :
- Troca de escola.
-Ausência dos pais.
-Abuso sexual.
-Morte na família.
-Divórcio dos pais.
-Conflitos familiares (até mesmo brigas entre a criança e irmãos).
-Excesso de cobrança, ou a falta de …
A falta de cobrança pode levar a criança a acreditar, que não tem importância na família.
O que fazer para ajudar uma criança deprimida?
Saiba o porque do sofrimento da criança e caso a criança não queira falar, respeite, e deixe claro, que com você ela pode contar!
Ouça sempre o que a criança tem a dizer, preocupe – se com o que tem sonhado durante a noite, desenhe com a criança, assim você acumula dados que podem ajudar o psicólogo na hora da consulta.
Conheça o máximo possível sobre seu filho!Nome dos coleguinhas, nome dos pais dos coleguinhas, o que acontece na aula, no recreio ou no seu dia a dia.
Se a criança passar o dia na casa de algum parente ou com a babá, faça perguntas sobre o que fizeram juntos, o que comeram, ou o que assistiram na TV.
Façam o dever da escola juntos, é importante ser apoiado no período escolar.
Saiam e tenham um dia de meninos ou um dia de meninas, ao meno uma vez por semana.
Em caso de pais separados, reserve um dia a sós com seu filho ou filha, sem o padrasto e irmãos da nova relação, ele precisa saber que mantém laços firmes com o pai ou a mãe, mesmo depois da união com outra família.
Pergunte o que o seu filho gostaria de fazer ou comer, e programe um dia juntos!
Todos precisamos de um pouco de dedicação, mas mesmo com toda esta atenção, procure um psicólogo para avaliar melhor o caso.
Teka
Redatora e ilustradora de conteúdo para sites na internet.







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