Ter filhos depois dos 30 prejudica o bebê

gravidez depois dos 30



Ter filhos depois dos 30 prejudica o bebê, anuncia a revista americana The New Republic. A raça humana pode estar comprometida por que as pessoas estão se decidindo por ter filhos depois dos 30 anos. Tem sido visto como uma vitória para a atual juventude, especialmente entre as mulheres, poder optar por se tornar mãe após consolidar a carreira, ser bem sucedida e financeiramente estabilizada. A impressão que temos é que, a cada novidade científica relacionada a fertilidade os jovens atrasam ainda mais as chances de se tornarem pais.

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Por que ter filhos depois dos 30

Os próprios pais aconselham seus filhos a se dedicarem aos estudos e posteriormente ao trabalho, antes de pensar em constituir uma família. Esta é uma maneira segura de garantir que se adquiriu maturidade e responsabilidade suficientes para criar e educar uma criança na vida adulta.

Os filhos destes pais seguirão com suas vidas igualmente planejadas, estudarão em boas escolas, irão para uma boa faculdade e, certamente sairão em busca do auto conhecimento.

Esses jovens terão vivido suas vidas de maneira plena, o que pode ser complicado quando se está as voltas com chupetas, brinquedos e mamadeiras. Eles foram educados para acreditar que precisam crescer primeiro.

Socialmente esta é sem dúvida uma maneira consciente e responsável de se desenvolver. Mas infelizmente nosso corpo discorda. Enquanto os jovens confiam na possibilidade de se tornarem pais depois dos 30 contando com as inúmeras opções de fertilidade disponíveis, mais dificuldades de engravidar eles têm encontrado.

Tendência

Observou-se em uma pesquisa americana descrita pela jornalista Judith Shulevitz, que em 1970 os jovens se tornavam pais aos 25 anos em média, 5 anos mais cedo do que atualmente se vê. Essa constatação varia de acordo com a etnia, a região do país e a formação escolar. Mulheres com nível superior esperam para ter seus filhos após os 30 anos.

Fertilidade depois dos 30

Para os homens, o potencial de fertilidade não diminui até a sua morte, a não ser devido a mal hábitos, ou alguma doença que o impeça de reproduzir. Já as mulheres sofrem uma redução no número de óvulos produzidos nesta faixa etária, o que reduz as chances de uma gravidez. Embora exista a possibilidade de se iniciar um tratamento de fertilização e alcançar sucesso, nem sempre esta deverá ser a solução. Algumas mulheres não conseguem engravidar mesmo estando em tratamento, ou seja, os tratamentos de fertilização nem sempre são garantidos para mulheres com mais de 35 anos.

Outra característica feminina que pode prejudicar a fertilidade da mulher é a ENDOMETRIOSE, ela surge com frequência em mulheres com mais de 35 anos.

Riscos da gravidez depois dos 30

É nesta fase também, que podem surgir doenças e complicações relacionadas a idade e acentuadas pela gravidez. Os riscos de uma gravidez tardia incluem:

  • Problemas genéticos ou mal formação em bebês;
  • Dificuldade de engravidar, mesmo com tratamento de fertilidade específico;
  • Maior probabilidade de desenvolver doenças como diabetes e hipertensão;
  • Parto prematuro;
  • Aborto.

Ter filhos depois dos 30 prejudica o bebê

Os riscos para o bebê existem e devem ser considerados pela mãe de 30 anos, ou mais, que deseja engravidar. Entre eles nota-se um alto número de doenças genéticas relacionadas a gravidez tardia:

  • Síndrome de Down;
  • Autismo;
  • Atraso no desenvolvimento cognitivo.

Outro índice a ser observado é o número de filhos órfãos que podem surgir deste tipo gravidez. Com a idade de 40 anos as mães podem desenvolver osteoporose, câncer, diabetes e problemas de pressão.

Como é o parto para mulheres com idade de 30 anos ou mais

Geralmente o tipo de parto escolhido pelo médico é o parto cesárea. A mulher com mais de 30 anos já não tem tanta disponibilidade para espera, e os médicos geralmente optam por não prolongar este estágio.

O parto cesárea é mais seguro e controlado para essas mulheres.

Cuidados com  a gestante

A gestação de uma mulher com 35 anos ou mais é considerada de risco. O pré natal pode ser um pouco mais cuidadoso nestes casos, exigindo que a gestante realize exames que diagnostiquem um possível caso de diabetes. Os exames devem ser realizados uma vez por mês. O procedimento inclui jejum e retirada do sangue de hora em hora pelo mínimo de quatro horas.

Como medida de precaução, o médico costuma recomendar que a gestante diminua o seu ritmo de trabalho para evitar que o líquido em volta do bebê seja reduzido.

 

Teka

Redatora e ilustradora de conteúdo para sites na internet. Curiosa, pesquisadora e investigativa. Tinha o sonho de se tornar astronauta. Acredita que um dia encontrará a "arca da aliança" e trocará informações com civilizações avançadas de outros planetas. Casada há 20 anos, mãe de 3 filhos, compartilhando experiências.

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