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segunda-feira, 8 de março de 2010

Vacina contra a gripe suína AH1N1




A gripe aviária ou a gripe suína, já começa a preocupar as famílias com a mudança de tempo, principalmente em casos de doença crônica ou estado gestacional.

O tempo frio e seco aumenta as chances de se contrair gripes e resfriados, principalmente para quem sofre com doenças respiratórias.

O Mininstério da Saúde já definiu as pessoas que deverão receber a vacina de graça, tire suas dúvidas:

Deverão ser vacinados apenas doentes crônicos

Como não é possível comprovar ou não quando uma criança sofre de doença crônica, o Ministério da Saúde pede para que os pais tenham bom senso no momento de levar a criança para se imunizar contra a gripe.

São considerados doentes crônicos aqueles que por exemplo sofrem de bronquite, ou outro tipo de doença respiratória.

Os adultos receberão uma dose, enquanto as crianças deverão receber duas de meia doses.

Não esqueça de levar a carteirinha de vacinação infantil do seu filho.

Com quantos anos devo vacinar o meu filho?

A Socieda Brasileira de Pediatria aconselha que se vacine as crianças de seis meses em diante.

Quem já teve a gripe A precisa se vacinar novamente?

Sim.A proteção da vacina dura em média um ano.

A vacina contra a gripe A me protege contra a gripe comum?

Não.As pessoas que preferirem se imunizar contra os dois tipos de gripe, a gripe comum e a gripe A, podem ser vacinadas no mesmo dia com as duas vacinas, sendo que apenas a vacina contra a gripe A é gratuita para as pessoas do grupo de risco.

O custo da vacina contra a gripe A no ano passado era de R$60,00.

A vacina contra a gripe A apresenta alguma reação?

Tanto a vacina contra a gripe A quanto a vacina contra a gripe comum, provocam dor local e febre por dois ou três dias.

Existe alguma contra indicação?

Somente pessoas que sofram de alergia a ovo devem evitar ser vacinadas.

A campanha para grávidas e crianças vai do dia 22 de Março até o dia 2 de Abril.

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sábado, 6 de março de 2010

Quando a fantasia sexual é traição ou perversão?




Neste momento estamos rodeados de pessoas normais, que em seus ternos e gravatas, e aparência puritana, ao menos algumas vezes na vida têm fantasias sexuais pelo menos uma vez ao dia.

Isso por que todo mundo fantasia.

Quando estamos com fome fantasiamos o que vamos comer, imaginamos um lugar, a cena de um encontro, ou como será a pessoa que escreveu este texto que você está lendo no momento.

A fantasia faz parte de nossas vidas de maneira natural, as vezes positiva ... mas inevitável.

Fantasiar relações com o vizinho é traição?

De acordo com o livro Sexo e a Psique, por Brett Kahr psicalista inglês, 58% dos homens e mulheres britânicos fantasiam com seus parceiros, mas raramente pensam nestas fantasias para se excitar, o que não configura traição.

As pessoas que responderam à pesquisa do psicanalista inglês, justificaram que simplesmente haviam tido algum tipo de desavença com o parceiro poucas horas antes, o que configura um estado “brochante” em uma relação.

A maioria dos casais que tendem a fantasiar com outras pessoas, geralmente estão juntas a um bom tempo, e a difícil arte de conviver pode ser uma das possíveis explicações para o fato.

Quando a fantasia supera a realidade...

Colocar uma fantasia pra funcionar , pode ser frustrante.

Enquanto donos de nossos próprios pensamentos, controlamos para que tudo seja perfeito e eficaz, já na prática, basta um descuido na aparência, em relação à higiene, ou a desaprovação de uma das partes, para a fantasia perder seu efeito excitante.

Uma dica é ultrapassar uma etapa por vez se não quiser colocar tudo a perder.

- Introduza o assunto aos poucos.

- Sinta a reação do parceiro em relações às suas fantasias.

- Parta para a realização, se ambas as partes se sentirem confortáveis.

Quando a fantasia sexual é perversa?

Já se perguntou se a sua fantasia sexual está dentro dos padrões da normalidade?

Os psiquiatras diagnosticam um transtorno sexual, quando a pessoa só consegue alcançar prazer através de um único tipo de fantasia.Neste estágio a fantasia já se tornou uma compulsão, e a pessoa precisa ser tratada.

Outra percepção de transtorno acontece quando o parceiro identifica a atividade sexual como bizarra e ou, perigosa, e entende que precisa manter suas atividades em segredo.

Muitas vezes o ato da perversidade ultrapassa os limites corporais da vítima, ou parceiro, e revela encenações de ódio ao invés de amor.

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